"Para driblar a proibicão de propaganda de marca de cigarro, equipes buscaram formas e maneiras de estamparem seus patrocinadores".
A proibição de propaganda de marca de cigarro na F1, começou nos anos de 1980. Não propriamente para toda a F1, mas em certos países não eram permitidos tais propagandas. Nesse caso, eram os GPs disputados na Inglaterra, Alemanha entre outros.
E como uma equipe iria para um GP sem seu principal patrocinador? Porque nessa época, mas precisamente em toda a história da F1, foram os mais famosos cigarros, que patrocinavam as equipes, e fizeram a F1 crescer.
Marcas famosas como Marlboro, John Player Special, West, Mild Seven, Luck Strike, entre outars, faziam parte do circo da F1.
Então as equipes começaram a criar logos, nomes e formas para estamparem seus patrocinadores.
Hoje em dia, podemos citar a ferrari com a marlboro, e o famoso código de barras; - lembrando que hoje é proibido em toda a F1, a propaganda de cigarro-, não está escrito Marlboro, mas quando todos olham aquelas barras, sabem que há uma marca de cigarro por trás daquilo.
A Renault em 2006, tinha o patrocínio da Mild Seven, nos GPs que eram proibidos, usavam Team Spirit, ou as linhas tribais.
A BAR tinha a Luck Strike, que usava Look Alike.
A equipe Lotus tinha o John Player Special, que por sua vez, havia vária formas.
Entre outras como Benetton, McLaren, Jordan, Williams; aqui foi só exemplos. Essas foram apenas algumas de váris formas que as equipes encontraram. Eu particularmente sou a favor das equipes estamparem seus patrocinadores sem medo. Mas como tudo na F1 é irracional, sabe-se lá por que isso acontece.
Só posso dizer, se a F1 é alguma coisa hoje, é graças às marcas de cigarro, que ajudaram muitas equipes, não as deixando que falissem; o próprio Frank Williams disse que a ajuda da Rothmans, foi fundamental para que a Williams não mergulhasse em dívidas.
Muito bem gente, em uma verdade, venho pedir a quem visita o blog do Celinho, o Stampa400, para quem baixa os modelos, quem os faz, fez ou fará, para mandarem as fotos para ele postar no blog. Todos querem ver o resultado de um grande trabalho, eu também redesenhei alguns modelos, e num é mole não gente.
Aqui tá o e-mail dele: stampa400@hotmail.com. Espero o apoio de todos!
A corrida de Fórmula 1 mais curta de todos os tempos foi o GP da Austrália, na temporada de 1991 disputado no circuito de Adelaide, devido a uma chuva torrencial, e após dezenas de acidentes e derrapadas sensacionais. O total de voltas válidas foi de apenas 14.
Alain Prost torna-se o primeiro piloto francês a vencer o Campeonato de Pilotos - foi na temporada de 1985.
A primeira corrida totalmente feita com carros turbinados aconteceu no GP da Áustria de 1984, no circuito de Osterreichring.
A primeira vitória de Nelson Piquet, piloto brasileiro, na Fórmula 1, foi no GP de Long Beach, na temporada de 1980.
A última corrida do piloto inglês James Hunt foi no GP de Mônaco, na temporada de 1979.
A 176ª e última corrida de Graham Hill foi o GP do Brasil de 1975. O piloto inglês morreria no final desse ano,na queda de um monomotor que ele mesmo pilotava.
A primeira vez que o Pace Car foi utilizado foi no GP do Canadá, na temporada 1973.
A última vitória de um carro com pneus Firestone aconteceu no GP dos EUA na temporada de 1972 - quando Emerson Fittipaldi ganhou seu primeiro campeonato mundial na F-1.
A primeira pole da equipe Renault foi conquistada pelo espanhol Fernando Alonso, nos treinos oficiais para o GP da Malásia de 2003. A equipe fez também a dobradinha, conquistando a 2ª posição do grid.
O dia amanheceu nublado, mas ninguém achava que ia chover. Todos os pilotos estavam com seus carros acertados para pista seca. O mais esperto de todos, para variar, foi Schumacher. Na largada, Schumacher disparou na frente, enquanto Frentzen ia perdendo posições. O mesmo acontecia com Villeneuve. Os dois pilotos trocaram seus pneus algumas voltas depois, mas aí o prejuízo era grande. Acabaram rodando e batendo. O mesmo aconteceu com a dupla da McLaren. Schumacher, enquanto isso reinava soberano. Na segunda volta, Rubinho, que saiu em décimo, já era o quarto colocado. "Foram os grandes momentos da corrida, as primeiras voltas", contou o brasileiro. Na sexta, ele já estava em segundo, depois de passar Fisichella.
Schumacher recebeu a bandeira quadriculada depois de 62 voltas, 16 menos que o previsto, já que a prova estourou o limite de duas horas. A Ferrari não ganhava em Mônaco desde 1981, com Gilles Villeneuve.
Eddie Irvine foi o terceiro colocado, completando a festa ferrarista.
E Rubinho disse: "E para o pessoal no Brasil lembrar de mim, saber que não estou dormindo, que acertei ao mudar para a Stewart. Esta equipe ainda vai me dar muitos e muitos pódios e, se Deus quiser, uma vitória", disse.
A equipe RBR apresenstou hoje o seu novo carro. Todos se dizem prontos para serem campeões, pilotos e a equipe.
O novo modelo, foi batizado de RB6; e a equipe espera repetir a ótima fase do final do campeonato de 2009. Desenhado por Adrian Newey, o carro possui característica do RB5 de 2009.
Eu sinceramente não ví muita diferança nesse modelo; a não ser uma parte do bico.
Eu realmente não acredito; outra vez mais uma equipe, resolveu aparecer com seu novo carro antes da apresentação.
A Autosport, outra vez pegou mais uma equipe com a mão na massa. Desse vez foi a Lotus, q apareceu em Silverstone; parece até sacanagem,pra mim, na mesma posição q pegaram a Williams. A cor do carro é verde com detalhes em amarelo, os pilotos são Trulli e Kovalleinen. A apresentação está marcada para o dia 12.
Bem, havia dito q esse post seria imagem histórica; mas se fosse pra por só imagem histótica, seria difícil. Então mudei para Imagem da F1.
A Primeira Imagem da F1, traz uma batida no GP de Mônaco de 1980. Como podemos ver, o carro de Derek Daly, da Tyrrel, enche a trazeira de seu companheiro Juan Pierre Jarier, e levanta vôo; fora a confusão atrás.
No final, Reutemann vence, Laffit e Piquet completam o pódio.
As cartas estavam lançadas e iniciava-se assim neste fim de semana por sua vez, mais um capitulo da feroz luta pelo titulo Mundial de 1999 entre Mika Hakkinen e Michael Schumacher, a curiosidade é que ambos viriam a não terminar a prova.
No Sábado, na qualificação Mika Hakkinen tinha obtido a "pole-position" batendo o seu arqui-rival, o alemão da Ferrari, Michael Schumacher no duelo da primeira linha da grid.
Foi um Grande Prémio atribulado, sendo que na primeira largada (que foi anulada) pois o Williams de Alex Zanardi e o BAR de Jacques Villeneuve não lograram largar para a corrida.
Devido a tal incidente a bandeira vermelha e consequente "paragem" da corrida foi mostrada, mas nem todos os pilotos a viram, como foi o caso de Michael Schumacher que ao tentar ultrapassar Eddie Irvine (seu companheiro de Ferrari) deixou "fugir" escapar a sua Ferrari na curva Stowe, que fica após a recta do Hangar (onde se atinge a velocidade máxima no circuito), acabando nos pneus de proteção da escapatória do circuito.O acidente de Schumacher (que completava nesse Grande Prémio o seu 126º Grande Prémio da carreira) iria ter proporções imediatas, o alemão tinha quebrado a perna e por conseguinte só iria voltar à ativa no Grande Prémio da Malásia desse mesmo ano (tendo sido substituído por Mika Salo durante a sua paragem), o que se traduziria em mais um ano sem o alemão da Ferrari regressar aos títulos e numa vantagem anímica de Mika Hakkinen rumo ao seu bi-campeonato.
Após 40 minutos à espera, foi dada uma nova largada, com Eddie Irvine saiu bastante bem e a tentou ultrapassar os dois pilotos da McLaren, no entanto apenas ultrapassou David Coulthard. Mais uma vez a largada ocorreu de forma atribulada com Pedro de la Rosa a ficar na pista e com o Safety Car a entrar em pista, para dar tempo para que se retirasse o Arrows do espanhol.
No "pit-stop" de Hakkinen começaram os seus problemas, com a dificuldade de retirar e encaixar o parafuso da roda traseira esquerda, o que obrigou o finlandês a nova "paragem" na volta seguinte, desta vez demorando mais de 33 segundos para sair da box. Três voltas tinham passado desde então e, a roda, que não tinha sido, de novo, bem apertada solta-se quase fazendo a sua McLaren efetuar um "donnut/pião" no meio da pista. Nova entrada nos boxes, mais tempo perdido, e a corrida já "era" para o piloto, que abandonou algumas voltas depois.
Na volta 31 nova entrada do Safety Car, desta vez devido ao motor partido no carro de Jacques Villeneuve, que tinha ficado parado no início da reta dos boxes.
Rubens Barrichello que estava a fazer uma corrida irrepreensível, mantendo-se em 5º lugar, sofreu um furo no pneu dianteiro esquerdo, o que o fez entrar pela 3ª vez nos boxes, acabando por perder lugares, ficando depois, apenas e só em 13º lugar. Barrichello recuperou lugares até ao final da corrida, ultrapassou cinco pilotos, e acabou em 8º lugar nesta atribulada corrida de Fórmula 1.
David Coulthard alcançou um saboroso triunfo, o que serviu para terminar o "jejum" de triunfos do escocês que já não subia ao lugar mais alto do pódio desde o Grande Prémio de San Marino de 1998. Eddie Irvine foi segundo e Ralf Schumacher o terceiro acompanhando assim David Coulthard na subida ao pódio. Damon Hill, que ficou em quinto, finalizou logo atrás do seu companheiro o alemão Heinz-Harald Frentzen. Pedro Paulo Diniz, da Sauber, completou os luares pontuáveis, finalizando no 6º lugar conquistando seu 2º ponto no campeonato.
A volta mais rápida da corrida foi realizada por Mika Hakkinen, com um tempo de 01:28.309.